Blog de Jornalismo Especializado, Universidade Lusófona Porto

18
Abr 11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Álvaro costa na ULP

 

 

 

Álvaro Costa, nasceu em 1959 apresentador de televisão, comentador e radialista, trabalhou na BBC em Inglaterra.

 

Hoje é apresentador do programa “a liga dos últimos” na RTPN, e voz num programa de rádio. Álvaro Costa é uma figura com uma grande experiencia de trabalho na área do jornalismo.

 

Dando inicio ao ciclo de convidados, abriu a sessão com uma palestra sobre o contraste do panorama na área de comunicação de outrora e de hoje.

 

  A velocidade das comunicações nos nossos dias, o uso de redes sociais, Facebook, a explosão que todos podemos constatar, é factor fundamental para a mudança continuada que a sociedade atravessa.

 

Falou ainda das redes sociais nomeadamente o Facebook, o uso massivo e a partilha generalizada de informação, desta maneira o comunicador dos nossos dias tornou-se assim multifacetado para se integrar e ter a capacidade de incluir todos os possíveis discursos.

 

Deixou claro que quer a televisão quer a rádio nunca irão acabar mas, se fundirão num futuro próximo, porque a interligação para incluir as pessoas é cada vez mais evidente

 

 

Sublinhou ainda o comunicador, vivemos em permanente mudança, reinventam-se continuamente, a integração e a agregação serão fundamentais no futuro, sublinhou isto como estimulo para os alunos.

 

A explosão dos média, trouxe o desenvolvimento de novas formas de comunicação criadas pelo utilizador, pessoas que vivem todo o tempo na internet, redes sociais, Facebook e muitos outros.

                                                                                                     

As novas tecnologias de comunicação e a sua rápida evolução, a facilidade com que acedemos ás mesmas, tornou fácil, rápido e diverso o modo como recebemos e enviamos as mensagens.

 

 

Vivemos numa verdadeira selva de tecnologia e com isso o comunicador de hoje torna-se um explorador que adquiriu a capacidade de interagir como jamais se imaginou num passado próximo.

Por isso se diz que num futuro próximo vamos comunicar para crianças de dois anos, e cada vez mais os desafios serão estimulantes e mais alegres.

 

    

 

Isabel Fortes

 

publicado por isabelfortes às 00:43

15
Abr 11

 Comunicador por excelência e vários sucessos somados ao longo da carreira fez com que Álvaro Costa fosse o primeiro de muitos convidados à aula de Jornalismo Especializado.

 

Álvaro Costa nasceu em 1959 e conta com um percurso de vida invejável, afirma por isso, em tom de brincadeira que “já devia estar reformado”. A sua carreira começou na rádio, em 1980, na RDP, mas não ficou por aí. Passou pela Rádio Comercial, Antena 1 e Rádio Nova deixando em cada estação programas memoráveis marcados pela sua boa disposição e conhecimentos musicais. Actualmente, é visto no ecrã no programa sobre futebol regional, Liga dos Últimos e Pontapé de Saída. Dá voz na rubrica “Bons Rapazes”, na Antena 3 e é também conhecido por ser um dos maiores responsáveis pela divulgação do Rock em Portugal.

 

Começou por falar sobre “integração e agregação, que é sexy e chique”. Explica que o “jornalista de hoje tem que ter capacidade de incluir todos os elementos necessários ao seu discurso” e ainda, “saber coexistir com os outros meios de comunicação”. Refere ainda que “vivemos num tempo de (in) media” onde há muitos comunicadores, pois vivemos num mundo onde qualquer um de nós tem acesso a todos os meios necessários para difundir uma noticia ou mensagem.

As redes sociais, como o Facebook, são um bom exemplo desta ideia e afirma que “os media são aquilo que queremos que sejam”. O que se passa nas redes sociais tem muito mais impacto do que se passa no Mundo Real, por isso o “jornalista deve-se render às novas tecnologias e estar atento ao mundo que nos rodeia” porque “hoje nada é real, duradouro”.

Salienta ainda que “está a alterar-se o nosso paradigma de comunicação” e que isso deve-se à explosão tecnológica. “As pessoas integram-se, têm Iphone, Ipad, acesso à Internet (…) e a noção de comunicador é diferente da noção que se tinha há poucos anos”. O comunicador de hoje tem que ter capacidade de devastar. A tecnologia facilita a informação, “se há uns anos não se sabia que um maluco invadiu o campo e corria atrás do árbitro, não havia um meio suficientemente rápido para captar este momento, hoje um telemóvel faz isso”, alerta o nosso convidado.

Álvaro afirma que “só devemos ter saudades do futuro” reforçando a ideia que o jornalista tem que ser multifacetado. “A rádio, a Tv e a imprensa não vão acabar, mas antes difundirem-se” e cabe ao jornalista ser capaz de estar à altura destas transforamações.

A rádio parece ser a paixão dos finalistas deste ano. A maioria pretende passar por esta experiência a que Álvaro Costa, surpreendido afirma que “A rádio é a nossa mãezinha”, uma vez que permite-nos comunicar sem estarmos agarrados ao teleponto.

Em jeito de conclusão, deixou aos alunos duas afirmações: “Reinventem-se para o futuro” e “A única certeza para vocês é a incerteza”.

 

 

 

 

 

Por: Joana Silva

publicado por joanassilva78 às 23:22

15
Jun 10

 

No fim do curso muitos perguntam a si próprios “E agora?”. Estão preocupados se vão ou não prosseguir os estudos, se vão trabalhar ou se vão fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Se conseguirem encontrar um trabalho fica a dúvida se será ou não na área em que se formaram. Estas são algumas preocupações. Outras serão já, se conseguirão ter um futuro estável ou uma carreira sólida na profissão que escolheram.

Àlvaro Costa costa esteve com os alunos finalistas do curso de Ciências da Comunicação e da Cultura na Universidade Lusófona do Porto e deixou um conselho: ser-se individual.

 

publicado por sararncardoso às 23:18

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