Blog de Jornalismo Especializado, Universidade Lusófona Porto

02
Mai 11

O actual editor do Jornal de Notícias onlineManuel Molinos, marcou presença na ULP, como convidado de Daniel Catalão, para presidir mais uma aula de Jornalismo Especializado. Molinos falou da evolução do JN online desde o momento em que surgiu até aos dias de hoje, do seu posicionamento nas áreas digitais (Web e mobile) e em perspectivas e apostas futuras neste formato do jornal.

 

Manuel Molinos, jornalista há 21 anos, trabalhou no jornal Comércio do Porto, depois passou para o Jornal de Notícias impresso e neste momento ocupa o cargo de editor executivo do JN online. Quando Manuel Molinos transitou do JN impresso para o online, fez questão de encontrar profissionais de excelência na área multimédia que o pudessem acompanhar nessa transição e apoiar o seu trabalho. Neste momento, entre outros grandes profissionais, tem a seu lado a única pessoa capaz de fazer infografias em 3D em Portugal, um engenheiro com formação na área da comunicação.

 

 

 

publicado por líciacunha às 16:54
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Manuel Molinos, editor online do Jornal de Notícias, esteve na ULP, para uma aula sobre jornalismo digital.

O jornalista falou sobre a evolução da plataforma online do JN e os vários desafios ultrapassados, que em muito contribuiram para o jornal arrecadar o Prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo, no ano 2009.

 

“Foi uma evolução tranquila”

O Jornal de Notícias foi o orgão de comunicação pioneiro no lançamento de uma versão web. Mas nem sempre a página existiu como hoje a conhecemos. Deixando para trás a simples transposição de conteúdos da versão escrita para a versão online, a plataforma transformou-se. A principal aposta passou pelo investimento num cariz marcadamente multimédia e pela dinamização da página, através de uma presença activa nas redes sociais pois, tal como o jornalista refere, “a web requer muito dinamismo e interacção”. A criação de novas funcionalidades, o lançamento de canais próprios - de economia, desporto, social – e a parceria com blogs temáticos, traçaram a nova estrutura do site.

A próxima meta passa por marcar presença também na área mobile, através do desenvolvimento de versões específicas para o Ipad, para o Iphone e para o Android. Em vista está, igualmente, a consolidação de um novo produto: a versão e-paper do JN, um conteúdo exclusivo a assinantes. Para Manuel Molinos o problema dos conteúdos pagos reside num conceito que o próprio mercado online estigmatizou: “a web tem uma cultura de gratuitidade e é muito difícil competir com isso.”

 

“A narrativa multimédia é algo diferente”

Na informação online, as reportagens multimédia são muito usuais, agregando vídeo, infografia e texto, fazem com que os conteúdos se tornem cada vez mais completos. Os conhecimentos multimédia aliados aos conhecimentos jonalísticos são essenciais aos profissionais, e são cada vez mais necessários. Todos os jornalistas da redacção no JN têm acesso à plataforma online e podem publicar, como refere Manuel. O papel do jornalista torna-se assim cada vez mais complexo, pois há todo um domínio multimédia a explorar, assim como novas ferramentas a utilizar.

 

A sessão terminou com um breve esclarecimento de dúvidas, em que os alunos colocaram algumas questões ao convidado.

 

 

Por: Ana Azevedo

publicado por anaclaudiaazevedo às 13:03
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Manuel Molinos, esteve presente no passado dia 30 de Março de 2011, na Universidade Lusófona do Porto, para partilhar com os alunos a sua vasta experiência no mundo digital que se vive, hoje, nos órgãos de comunicação social.

Actualmente, é editor online do Jornal de Notícias. Um verdadeiro jornalista “digital”, autor de muitas reportagens multimédia valiosas em Portugal. Foi chefe de redacção no jornal online diariodonorte.pt e passou pelo já extinto, Comércio do Porto.

 

O convidado começou por um pequeno historial. “O JN foi o primeiro jornal com uma versão Web em Portugal”, neste sentido, havia apenas dois jornalistas a pegar nos conteúdos de imprensa e a transcrever para a versão online, ou seja, nestes primórdios resumia-se à transição de artigos em papel para a versão online.

“O mercado nunca esteve apetecível para apostar no online até 2008”, assim sendo, até esta data a versão online era como que amadora. Em 2008, o JN remodelou completamente a sua página oficial, projecto que levou um ano a ser pensado. Desde aí, foram várias as apostas feitas pelo órgão de comunicação para manter o nível de credibilidade do site.

 

 

publicado por crnbarros às 12:47

 

 

 

 Manuel Molinos, marcou presença no passado dia 29 de Abril na aula de jornalismo especializado. Actualmente editor online do Jornal de Notícias, já foi jornalista do “Comércio do Porto”, e chefe de redacção do jornal on-line diariodonorte.pt, distingue se por ser um jornalista da era digital.

            O convidado iniciou a sua intervenção referindo que o Jornal de Noticias foi o primeiro diário em Portugal a ter edição online, no entanto esta resumia se à transposição de artigos da versão papel para a versão Web, estando este trabalho a cargo de apenas 2 jornalistas. Este processo estendeu-se até 2008 mas a aposta na formação na tecnologia, criatividade e inovação, marcam uma viragem no desenvolvimento do jornalismo online.

             

A remodelação do site, trouxe consigo a necessidade da criação de um núcleo de jornalistas para trabalhar online executando tarefas em plataformas digitais, uma vez que se tornou importante a hierarquização da informação na web, impulsionando o jornalismo digital.

            Em seguida a este grande passo, segue-se uma grande aposta na multimédia, onde existe um restrito número de profissionais experientes em flash e javascript, resultando desta infografia. Manuel Molinos afirma “Que um jornalista tem o dever de saber/executar as novas tecnologias que vão surgindo. É importante os jornalistas actualmente saberem trabalhar com várias plataformas e programas.”

Uma vez que as redes sociais estão em destaque e assumem um papel relevante perante a sociedade, o orador referiu a importância da passagem da informação para as redes sociais.

           

O JN, investiu na criação de um posto de gestor de redes sociais, não limitando se somente a colocar posts, estando atento ao que se passa nas mesmas, realçou o facto de ser bastante importante estabelecer o contacto com os utilizadores para uma maior interacção com o público.

Nas redes sociais como facebook e twitter são transmitidos hiperligações, que redireccionam os utilizadores para o site onde podem aprofundar os temas postados nas redes.

Entre 2008 e 2010, o JN manteve se associado à PT, e a grande parte das visitas ao site eram realizadas pela Sapo, o que já não vem acontecer com a criação de um domínio próprio, contando com referências das notícias feitas pelo Google, fazendo disparar o número de entradas externas.

            O Jornal de Notícias mantém de lema “Se existe um produto novo, nos queremos estar lá”, o JN tem acompanhado a evolução da tecnologia, empenhando se e investindo em dispositivos móveis com aplicações para Ipad e iPhone, contando ainda com E-paper uma versão digital do jornal.

O grande objectivo é estar sempre cada vez mais perto de cada um,de forma mais simples e rápida.

 

 

Por: Marta Soares

publicado por martasoares às 11:44
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Na primeira aula esteve presente o responsável da parte online do Jornal Notícias (JN), Manuel Molinos. O entrevistado referiu que o JN foi o primeiro jornal com versão online, com a presença da versão papel transferida para a Web. Considerado por ele, um processo demorado e muito amador. Dois Jornalistas tinham essa função de colocar os conteúdos na internet e durante alguns anos o site viveu um período de estagnação.

  Em 2008 o JN remodelou e mudou o editorial do site, em que demorou um ano a ser desenhado o site, de acordos com alterações gráficas e das ferramentas que constituem o site. Também nesse ano houve uma grande aposta nas redes sociais e no multimédia e formou-se um núcleo de jornalistas só para trabalhar na parte online do jornal, com função de hierarquizar o que aparece na página online. Os jornalistas da parte online têm também conhecimentos em Flash e Javascript.

  As redes sociais como fonte de informação e em que as pessoas gerem conteúdos, foram uma aposta forte a partir de 2009, com a presença ativa do jornal no Facebook e no Twitter. Em determinado momento, o JN e a Sapo foram parceiros, estando o jornal online alojado durante algum tempo no seu site. Curiosidade surge quando a ligação entre estas duas empresas chegou ao fim e o JN aumentou as suas visitas por parte dos utilizadores.

  Uma das características do site tem a ver com os vários blogs temáticos que aí podemos encontrar. O JN tem vencido alguns prémios de ciberjornalismo e em Março de 2011 apresentou um novo record ao chegar às 23 milhões de visitas.

  O grupo Controlinveste criou em á pouco tempo um serviço pago de informação, o chamado e-paper. Esta versão mobile encontra-se disponível para o iphone, ipod e sites mobile.

     Na segunda aula a convidada foi Paula Silva, Jornalista da RTP. Trabalha na área de moda e entrevista vários criadores portugueses. Esta moda normalmente é pensada só para desfiles em que o calçado e vestuário só era possível ser adquirido por encomenda.

  Esta jornalista tem um espaço na RTP sobre moda, faz várias reportagens televisivas, estabelece contactos e tem normalmente acesso a notícias em primeira mão sobre este ramo de atividade. Paula Silva desloca-se a Feiras Internacionais para cobrir eventos sobre moda.
Em trabalho viajou para vários países e costuma ir três vezes por ano a Milão.

  Na aula apresentou a recente reportagem que fez para o Linha da Frente, sobre o grupo Inditex que controla marcas como a Zara, Stradivarius, Oysho ou Pull na Bear, com o nome “Tenho uma blusa igual”.

 Ambos os convidados destas duas aulas, no fim foram prestáveis a responder a perguntas vindas dos alunos.

 

Ilídio Guerreiro   

publicado por filipe89 às 10:03
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01
Mai 11

O actual director da versão on-line o JN, fez parte da lista de nomes dos convidados à aula de Jornalismo Especializado. Manuel Molinos já foi jornalista do “Comércio do Porto”, chefe de redacção do diáriodonorte.pt, um jornal exclusivamente on-line português que cobria toda a região norte do Porto. E ainda, foi durante treze anos, professor de Comunicação na ES Filipa de Vilhena onde exerceu cargos de grande responsabilidade (membro do Conselho Pedagógico, Corrector de Exames Nacionais e Orientador de Estágios Profissionais).

 

 

Manuel Molinos começou por referir que o JN (Jornal de Notícias) foi o primeiro diário português a lançar uma edição on-line. Este facto teve imensas virtudes, contudo o projecto sofreu avanços e recuos. O arranque do site JN teve uma componente muito mais técnica do que editorial. Inicialmente, cabia a alguns jornalistas – os que estavam mais à vontade com as novas tecnologias – a tarefa de “alimentar” a edição on-line. Ao final do dia, esse grupo de jornalistas recolhia os textos das principais notícias da edição do dia seguinte, colocava-as num formato informático e lançava-as para a Web. Todo o trabalho apenas se resumia à transposição de artigos da versão em papel para a versão web.

Contudo, em 2008 o Jornal de Notícias decidiu dar um passo à frente com uma Mudança Editorial do Site, que tinha sido tema de reflexão durante muito tempo, pois havia a necessidade de se perceber o que estava a “bombar” no mercado. Refere que o objectivo inicialmente, não passava por ter só jornalistas virados para a versão on-line, mas com o decorrer dos tempos, houve alterações. “Todos os Jornalistas do JN têm acesso ao site, podendo colocar noticias onde quer que estejam, há um sistema de alerta que nos comunica que foi publicado um novo conteúdo, mas há um núcleo de jornalistas on-line”.

Manuel Molinos garante que “no JN todo o elemento multimédia é produzido pelos próprios”. Contudo, ele próprio esclarece que “não queremos ser televisão. Não faz sentido produzir para a web aquilo que se faz na TV”. O editor do JN online fez ainda questão de lembrar, e relembrar, que “o futuro (presente) é a “passagem” da informação para as redes sociais”. Explica que hoje “há uma espécie de gestor das redes sociais que está atento às redes, porque até elas, por vezes são notícias”. Refere que é muito importante “estar em todo o lado; estámos no orkut, twitter, facebook, enfim, em todo o lado” e esta presença nas redes sociais têm-se traduzido num aumento de tráfego. Para reforçar esta ideia, explica que inicialmente o JN esteve associado á PT, e teve domínio no sapo.pt, onde a maior parte das visitas ao site vinham através da página central do Sapo, mas as redes sociais foram importantes porque as pessoas entravam directamente nas redes e ainda partilhavam o conteúdo para amigos. Este aspecto é bom para a própria empresa como para as pessoas em geral, pois têm acessos mais facilitados. Também é possível se verificar que há muitas visitas através da Google.

O Grupo Controlinvest começa a pensar como podem ganhar dinheiro com os produtos on-line e foi assim que surgiu a versão e-paper disponível para computadores, tablets e smartphones, o “primeiro produto para vender”, que segundo a opinião do jornalista “não faz sentido estas versões quando elas não acrescentam nada de novo, nenhum dinamismo”. Para além da versão e-paper, o grupo vende conteúdos para o Metro do Porto.

A mais recente mudança e também ela muito significativa é, para Manuel Molinos, a presença do JN na mobile. Refere que é uma área que “vale a pena apostar. Faz todo o sentido os órgãos de comunicação social apostarem porque, com preços baixos que apresentam, haverá muitos a aderir e isso, gera lucro”.

Concluiu mostrando a atitude que o JN tem adoptado, afirmando que “se há nós queremos lá estar”. O ciberjornalismo é feito de avanços e recuos.

 

Por: Joana Silva

 

 

 

 

 

 

 

publicado por joanassilva78 às 23:26
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Manuel Molinos, editor online do Jornal de Noticias, marcou presença na Universidade Lusófona do Porto, no passado dia 29 de Abril.

Iniciou a sua intervenção recordando que o Jornal de Notícias foi o primeiro jornal português com versão Web. O editor do JN, até ao presente, já passou por vários órgãos de Comunicação Social, mas foi em 1993/94 que começou apostar na sua formação na área digital.

Em termos comerciais, o mercado não era atractivo para que se apostasse nos meios digitaís, daí que esta função de reportar as noticias para a Web, estava a cargo, somente de dois jornalistas, que se resumia básicamente na tranposição das noticias impresas para a Web.

 

Em 2008...a grande mudança

Até à data, a sobrevivência do Jornal de Noticias foi o jornalismo impresso, mas a aposta na formação e na tecnologia fez com que a empresa trabalha-se na mudança editorial do site, impulsionando-o para o jornalismo digital.

O meio online implica mudanças nas redacções, implica mudanças nos hábitos de trabalho, nas mentalidades e na aposta em tecnologia e formação. Nesse ano foi criado um núcleo de jornalistas para trabalhar com online, impulsionando a ideia para uma redacção integrada, trabalhando em plataformas digitais.

“Um jornalista actualmente tem de se conseguir adaptar facilmente às novas tecnologias que vão surgindo. Tem de saber trabalhar com vários plataformas e programas, flash, editores de videos, filmar, fotografar, entre outros.”

Manuel Molinos garante que “no JN todo o elemento multimédia é produzido pelos próprios”. Contudo, ele próprio esclarece que “não queremos ser televisão. Não faz sentido produzir para a web aquilo que se faz na TV”.

Depois da mudança do site regida pela inovação, o editor do JN online, fez ainda questão de lembrar, que o futuro (presente) é a passagem da informação para as redes sociais. Contando com um profissional, intitulado “gestor” de redes sociais, que não se limita somente a colocar “posts”, mas a ter uma presença activa e de interacção com os utilizadores, estando atento a diversas fontes de informação que nelas circulam ao longo do dia. A presença nas redes sociais, por parte do JN tem-se traduzido num visível aumento de tráfego. No facebook e no twitter são transmitidos, ao minuto, links, que redireccionam as pessoas para o site, onde é abordado mais extensivamente os temas postados nestas redes.

De 2008 a 2010, o JN esteve associado à PT alojado no domínio do Sapo, onde a maior parte das visitas ao jornal eram feitas pelo Sapo. Quando foi criado um domínio independente, houve receio de perder utilizadores, mas tal não aconteceu, porque o Google, começou a fazer referências às notícias, o que por sua vez, fez com que disparasse o número de entradas externas. Só no passado mês de Março, foram batidos recordes de visualizações na plataforma do JN online, contando com cerca de 2,3 milhões de page views.



O Futuro Mobile

Com a evolução tecnológica, o JN tem se envolvido num forte empenho e investimento com os dispositivos móveis, contando com aplicações APPS para iPad, iPhone, iPodTouch, Playstation Portable e muito brevemente para o sistema Andróid e Widgets TV da Samsung. Tem também disponível uma versão digital do jornal ( E-Paper) para computadores, Tablets e SmartPhones. O objectivo é proporcionar o acesso aos conteúdos de forma fácil e prática, dependendo do meio pelo qual se acede às notícias.

 

Em forma de conclusão referiu, que a forte ideia da presença do JN na área mobile é : “se existe um produto novo, nós queremos estar lá”...”o mesmo conteúdo para todos, mas o essencial é estar”.

 

 

publicado por anabelapestana às 23:13
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Para ser um bom Jornalista atualmente, tem que estar preparado para tudo, ter a capacidade de poder pegar num texto e adaptá-lo para rádio, televisão, Web. Hoje a informação não está sobretudo agregada aos jornais impressos, os ecrãs estão a tomar conta de quase toda informação, não que um invalida o outro pelo contrário ambos se complementam. Manuel Molinos editor online do jornal de notícias esteve na ULP como convidado no âmbito da disciplina de Jornalismo Especializado. Falou entre vários assuntos, sobre o posicionamento do Jornal de Noticia na Web e Mobile.

Na abordagem feita na aula, Molinos começou por referir que o JN foi o primeiro jornal em Portugal a ter uma presença na internet, as notícias em papel eram resumidas e publicadas no jornal digital. “Foi um processo amador”, referiu o convidado, o JN teve uma evolução tranquila, passo a passo foram dando informações as pessoas sempre com um “sorriso”. Este processo estendeu-se até 2008 a partir desta data resolveram criar um site que foi desenvolvido durante um ano e consecutivamente alvo de muitas transformações. O site teve início sem ter uma agregação nas redes sociais, hoje é uma das grandes aposta do jornal, ainda em 2008 criou-se um núcleo de jornalista que trabalhavam na redação para colaborarem no jornal online, assim como todas as funções requer um responsável, o jornalismo na Web tem um editor online, uma espécie de pivô, escreve, dá a cara e assina as peças.

 “Apostamos muito na multimédia, o jornalista tem que ser bom na elaboração de vídeo e na escrita” referiu o convidado. A reportagem multimédia foi criada com o propósito de juntar uma narrativa e um vídeo, explora ainda vários conceitos como a actualização constante, a interatividade, a personalização e a hipertextualidade. No JN o processo evoluiu todos os jornalista têm acesso a plataforma Web, podem colocar conteúdos quer em Lisboa ou no Porto. Molinos salientou ainda que o JN tem recebido vários prémios. Só no mês de Março tiveram mais de 23 milhões de visitantes.

 

O conceito de pirâmide invertida não é o mais relevante para o jornalismo praticado na Web, pois a informação esta constantemente a ser actualizada e os links fazem com que o utilizador se dispersa, é ele que tem o poder de escolha e decide por onde quer começar a ler.

O convidado referiu que “Umas das coisas mais significativas e perceber que temos de estar nas redes sociais”, atualmente há uma espécie de gestor das redes que faz a gestão da informação. O JN está em vários suportes apesar de ter uma presença mais activa no facebook e twitter, são estas plataformas que ajudam a publicação da informação, dai as redes sociais serem bastante importante.

 Menciona ainda, que “Na Web não podemos só vender a informação”,pois os utilizadores estão acostumados a ter tudo de graça. Por último, referiu a presença do JN na área mobile, “ai está uma mudança significativa importante”, acrescentou o convidado, se existe um novo aparelho que tenha acesso a internet o JN tem de lá estar, o objectivo é encestar em tudo, iphone,ipod,ipad e playstation portable.

 

Por: Zanaida Augusto

 

publicado por zanaidaaugusto às 22:42

O Director do Jornal de noticias online, foi convidado a estar presente nas aulas de jornalismo especializado na U.L.P.

 

O Director abordou o assunto do jornalismo para os cibernautas. Este jornal diário foi pioneiro na criação de uma plataforma na internet no ano

 

de 2008. Inicialmente esta página demorou a volta de um ano a ser trabalhada e melhorada. Nesta altura havia apenas 2

 

jornalistas.                    

 

Houve um periodo de mudança em 2008 que o Jn resolveu dar um passo que resultou na modificacao do site. Durante esse periodo houve muitas

 

transformações a nivel de grafismo etc...

 

EM 2008 o Jn dedicou-se  a apostar nas redes sociais analisando-as segundo a segundo podendo assim interagir directamente com o publico.

 

E imperioso sempre a presença do Jn nas redes pois acaba por ter uma influencia significativa no aumento do trafego na internet. Sao exemplos o

 

facebook, twiter, badoo, orkut, hi5 que enviam directamente  a informaçao redireccionando as pessoas para o site onde acaba por haver uma

maior abordagem de todos os temas colocados nestas redes.

 

Quando iniciaram o site em 2008 foi com o objectivo de criar uma rede multimedia muito forte originando asssim um carisma ao proprio site.

 

Fizeram uma aposta na multimedia criando assim um pequeno nucleo em que toda a gente tinha acesso na plataforma web e em que qualquer

 

jornalista podia colocar online a informacao web.

 

As redes sao uma fonte de informacao online pois tem uma presença dinamica e activa.

 

O Jn tem uma presença em quase todo o dominio da internet. Durante muitos anos fazia parte do grupo da pt em que teve um dominio sapo.

 

O Jn esta muito bem equipado a nivel tecnologico pois ja tem APPS para i pad, i phone, ipadtouch e play station portable e ainda tem uma versao

 

digital para computadores, tablets e smart phones.

 

Para realizar todo esse trabalho o Jn tem um conjunto de staff que trabalha para desenvolver as aplicações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por isabelfortes às 21:22
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 Manuel Molinos, editor da página online do Jornal de Notícias foi o segundo convidado das aulas de Jornalismo Especializado na ULP. Na passada sexta-feira o director falou sobre o que tem acontecido na prática do jornalismo para os cibernautas.

Do ano 2008 a 2009

 

O JN foi o primeiro jornal diário a criar uma plataforma na Internet no ano de 2008, altura do Boom dos jornais digitais. A página foi pensada e trabalhada durante quase um ano. Inicialmente os conteúdos publicados restringiam-se ao que era o jornal impresso, isto é, os textos eram copiados e colocados exactamente igual aos do jornal físico.

A partir de 2009 o JN inovou e apostou numa redacção integrada. Não existem jornalistas a escrever especificamente para o online. É possível que todos os jornalistas, das diferentes áreas, acederem à plataforma em qualquer momento e criar uma publicação. Um ‘’pivot’’ designado para o cargo, congrega os elementos que chegam e faz uma selecção da informação. Foram procuradas pessoas com conhecimentos característicos na área da multimédia: Flash e Java Script para que as publicações assegurem um complemento multimédia como infografias (o JN apresenta infografias em 3D) ou vídeos.

A independência

De 2008 a 2010 o JN esteve alojado no domínio do Sapo criando uma parceria. Como o portal usava conteúdos inúmeras visitas ao jornal eram feitas pelo Sapo. Quando criou um domínio independente houve o receio de perder utilizadores o que não aconteceu porque o Google, motor de busca mundial, começou a ter referências às notícias o que fez com que as entradas externas disparassem. (Entende-se como externas as ligações que os utilizadores fazem a partir de motores de busca ou redes sociais como Facebook ou Twitter. Internas feitas directamente pelo endereço www.jn.pt). Só no mês passado a plataforma do JN online contou com cerca de 2,3 milhões de pageviews.

 As redes sociais no online

Num ano muda muita coisa. Se em 2008 pensava-se em construir a página, em 2009 pensava-se em adaptá-la o mais possível às redes sociais. As mesmas ditaram o ‘’nascimento’’ do gestor de redes ou comunidades. Atento a tudo o que passa é o rosto do jornal nas páginas das redes sociais. Elas são dominantes e não demorou muito a tornarem-se uma fonte de informação. O JN pisca o olho à presença activa e dinâmica. Um ‘’bom dia’’ logo pela manhã desperta o interesse e a companhia de quem está do outro lado do computador. Com o lema ‘’estamos em todo o lado’’ o JN pode ser encontrado no Facebook, Twitter, Foursquare, Orkut e Hi5 referiu Molinhos. Um mundo altamente democratizado a Internet possibilita que todos, em qualquer circunstância possam tornar público o que pensam. Comportamento que pode tornar-se complexo no que diz respeito aos órgãos de comunicação. A publicação dos comentários com ou sem controlo continua a ser um assunto em discussão. Com os utilizadores a colocarem em causa a liberdade de expressão os comentários ficam, por enquanto, disponíveis para serem denunciados por outros utilizadores.

 O Futuro Mobile

Com a acelerada evolução tecnológica a aposta futura dedica-se aos dispositivos móveis. O JN tem já APPS (aplicações) para iPad, iPhone, iPodTouch, Plystation Portable e brevemente para o sistema Andróid e Widgets TV da Samsung. Disponobiliza também uma versão E-Paper (uma versão digital do jornal) para computadores, Tablets e SmartPhones. O objectivo destas aplicações é proporcionar aos utilizadores o acesso aos conteúdos de forma fácil e prática consoante o meio pelo qual acede às notícias.

Para o intuito há uma equipa de profissionais, engenheiros informáticos, que trabalha para desenvolver as diferentes e especificas aplicações. Cada dispositivo possui características que podem condicionar o acesso e visualização dos conteúdos online.

Por: Catarina Marinheiro

publicado por Catarina às 18:54
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