Blog de Jornalismo Especializado, Universidade Lusófona Porto

18
Mai 10

Meios de comunicação responsáveis pela delinquência juvenil

 

 

 

 

 

 

 

O último tema abordado na aula jornalismo especializado foi o jornalismo judicial mais concretamente a delinquência juvenil, tese de mestrado apresentada pela jornalista e docente da Universidade Lusófona do Porto Maria José Brites.

Casos de violência por parte de jovens (idades entre os 12 e os 16 anos), quer a assaltarem lojas, quer bombas de gasolinas, quer a maltratar colegas de escola mais fracos são o “prato do dia” dos nossos meios de informação. Actualmente quando folheamos um jornal, assistimos à televisão ou ouvimos rádio deparamo-nos com imensas notícias sobre casos ilícitos provocados por delinquentes juvenis, levando-nos a questionar o que leva jovens a provocarem tantos estragos.

publicado por barbosatiago às 19:36

Por Joana Freitas

 

Numa abordagem muito simplista, e excluindo todos os complexos que determinam o termo, justiça é um princípio básico que visa manter a ordem numa sociedade, tendo em conta uma preservação dos direitos de igualdade de e para todos os cidadãos. Uma sociedade democrática, como a nossa, garante “a dignidade da pessoa humana” e implica um aprofundamento da democracia participativa” (citando Carlos Pinto de Abreu in Congresso de Justiça, Lisboa 2003).

Ao jornalismo cabe tornar a sociedade mais informada e culta, para que ela possa concretizar o objectivo de participar de uma forma activa. Para isso é necessária uma ampla, rigorosa e responsável liberdade de circulação da informação e  um “dar a conhecer” dos factos sem manipulações.

A vertente especializada em justiça no jornalismo implica um trabalho exigente e rigoroso. Entre a necessidade de cumprir o objectivo de informar e de esclarecer a sociedade, valores mais altos se levantam. Às fronteiras técnicas, deontológicas e legais naturais da actividade jornalística, juntam-se leis e normas dos tribunais e, fundamentalmente, quase considerado dos maiores inimigos do jornalista, o segredo de justiça.

 

 

publicado por jornalismoespecializado_jo às 19:34

 

Desta vez, Maria José Brites. A jornalista e professora na Universidade Lusófona do Porto, foi a convidada para nos falar de jornalismo judicial. Nesta sessão tivemos também a oportunidade de conhecer a sua tese de mestrado que aborda o tema da delinquência juvenil.

Muito na órbita da comunicação social, este tema que se resume a tratar de casos de ilícitos cometidos por jovens com idade compreendida entre os 12 e os 16 anos, tem sido ainda mais falado com a ligação ao “bullying”. Como exemplo disso na semana anterior a esta, foi notícia no Jornal de Notícias uma violenta agressão a um jovem na Escola Secundária de Paredes, tendo o mesmo, a necessidade de ser submetido a uma cirurgia aos maxilares na sequência das agressões.

 

publicado por hugoferreirajornalismo às 15:58

A idade certa para ser julgado

  

Delinquência Juvenil

 

 

Em Portugal, desde 2001 que os jovens, numa idade compreendida entre os 12 e os 16 anos, são chamados de delinquentes juvenis e julgados como tal. A partir dos 16 anos têm “uma penalização legal adulta”, segundo Maria José Brites, professora da Universidade Lusófona do Porto. Contudo nem sempre isso acontece.

publicado por luanabarbosa às 15:15

publicado por jornalismoespecializado_jo às 13:40

 

Em mais uma aula de jornalismo especializado, desta vez com lugar o jornalismo judicial.

A convidada foi a professora Maria José Brites, jornalista, de momento a leccionar na Universidade Lusófona do Porto, que nos falou do jornalismo judicial expondo a sua tese de mestrado que trata a delinquência juvenil.

Delinquência juvenil engloba os ilícitos de jovens entre os 12 e 16 anos, que são tratados pela justiça pela lei da protecção das crianças e pela lei tutelar educativa.

A delinquência juvenil é um fenómeno que se vem alastrando em Portugal. Cada vez mais jovens são apanhados a cometer ilícitos, o que nos leva a duas questões… A questão das causas, e a questão dos efeitos.

Será este momento de crise nacional um índice que provoca que o numero de jovens a entrar no crime aumente?

Sempre que abrimos um jornal temos oportunidade de ler noticías relacionadas com jovens delinquentes, jovens que cometem crimes.

As restantes páginas continuam infinitamente a falar da crise que se atravessa. Do IVA a subir, dos postos de trabalho a descer e sucessivamente, dos rendimentos familiares.

Ora podemos claro ligar um fenómeno ao outro. Muitos jovens entram no mundo do crime para ajudar as famílias… Outros por curiosidade, dando espaço ainda aos que já lá estavam ou entram devido a influências.

A justiça quando intervém envia estes jovens para as chamadas “casas de correcção”.

Podíamos levantar a questão das casas de correcção. Será que estão a fazer o trabalho devido?

As estatísticas indicam que os jovens saídos das casas de correcção são anos mais tarde presos por outros ilícitos. Talvez o trabalho não seja bom. Talvez a inserção social não seja a melhor para estes jovens.

A comunicação social tem de ter em atenção o código deontológico do jornalista quando lida com menores.

O direito à reserva da vida privada alia-se ao jovem, não devendo o jornalista fotografar ou filmar o delinquente contra a sua vontade.

O uso de nomes fictícios é um bom modo de dar a notícia!

Concluindo, o jornalismo judicial tal como todos os outros tem exemplos de boas e de más práticas. Cabe aos possíveis futuros jornalistas zelar para que as praticas correctas sejam adoptadas mais vezes do que as incorrectas.

 

Hugo Salgado

publicado por basket_revolution às 02:48

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