Blog de Jornalismo Especializado, Universidade Lusófona Porto

15
Abr 11

 

 

Foi um cansado mas energético Álvaro Costa que deu início a um novo ciclo de convidados para a unidade curricular, Jornalismo Especializado. No relógio marcavam 10h da manhã de sexta-feira, mas para ele ainda era quinta-feira: “Ainda não me deitei, acabei o trabalho e vim diretamente para aqui”.

Mais do que um jornalista, Álvaro Costa é um comunicador cujo percurso profissional pode-ser qualificado, no mínimo, como completo. Embora não goste de relembrar o passado, “Só tenho saudades do futuro!”, as suas experiências merecem ser recordadas. Tendo começado a sua carreira em 1980 na RDP, viajou para Inglaterra onde prestou os seus serviços à BBC e Music Box. Quando o trabalho em terras britânicas acabou, partiu para os E.U.A. onde a chamada “pop culture” o marcou profundamente. De regresso a Portugal, passou pela Rádio Comercial, Antena 1, Antena 3 e RTPN. Actualmente, marca presença nos programas: Bons Rapazes (que pode ser ouvido na Antena 3), Liga dos Últimos e Pontapé de Saída (ambos emitidos na RTPN).

Defende que vivemos o tempo dos “Transmedia”, onde é necessário trabalhar e transmitir utilizando todos os meios, de várias formas. A inclusão dos elementos digitais nos meios de comunicação provocou-se uma mudança profunda no tecido da sociedade: a população é integrada na comunicação dos media, podendo responder e opinar instantaneamente com os comunicadores. Tal possibilidade pode gerar caos, já que para o telespectador a emissão começa quando liga a tv/rádio,etc.

publicado por nastacha às 23:58

 Comunicador por excelência e vários sucessos somados ao longo da carreira fez com que Álvaro Costa fosse o primeiro de muitos convidados à aula de Jornalismo Especializado.

 

Álvaro Costa nasceu em 1959 e conta com um percurso de vida invejável, afirma por isso, em tom de brincadeira que “já devia estar reformado”. A sua carreira começou na rádio, em 1980, na RDP, mas não ficou por aí. Passou pela Rádio Comercial, Antena 1 e Rádio Nova deixando em cada estação programas memoráveis marcados pela sua boa disposição e conhecimentos musicais. Actualmente, é visto no ecrã no programa sobre futebol regional, Liga dos Últimos e Pontapé de Saída. Dá voz na rubrica “Bons Rapazes”, na Antena 3 e é também conhecido por ser um dos maiores responsáveis pela divulgação do Rock em Portugal.

 

Começou por falar sobre “integração e agregação, que é sexy e chique”. Explica que o “jornalista de hoje tem que ter capacidade de incluir todos os elementos necessários ao seu discurso” e ainda, “saber coexistir com os outros meios de comunicação”. Refere ainda que “vivemos num tempo de (in) media” onde há muitos comunicadores, pois vivemos num mundo onde qualquer um de nós tem acesso a todos os meios necessários para difundir uma noticia ou mensagem.

As redes sociais, como o Facebook, são um bom exemplo desta ideia e afirma que “os media são aquilo que queremos que sejam”. O que se passa nas redes sociais tem muito mais impacto do que se passa no Mundo Real, por isso o “jornalista deve-se render às novas tecnologias e estar atento ao mundo que nos rodeia” porque “hoje nada é real, duradouro”.

Salienta ainda que “está a alterar-se o nosso paradigma de comunicação” e que isso deve-se à explosão tecnológica. “As pessoas integram-se, têm Iphone, Ipad, acesso à Internet (…) e a noção de comunicador é diferente da noção que se tinha há poucos anos”. O comunicador de hoje tem que ter capacidade de devastar. A tecnologia facilita a informação, “se há uns anos não se sabia que um maluco invadiu o campo e corria atrás do árbitro, não havia um meio suficientemente rápido para captar este momento, hoje um telemóvel faz isso”, alerta o nosso convidado.

Álvaro afirma que “só devemos ter saudades do futuro” reforçando a ideia que o jornalista tem que ser multifacetado. “A rádio, a Tv e a imprensa não vão acabar, mas antes difundirem-se” e cabe ao jornalista ser capaz de estar à altura destas transforamações.

A rádio parece ser a paixão dos finalistas deste ano. A maioria pretende passar por esta experiência a que Álvaro Costa, surpreendido afirma que “A rádio é a nossa mãezinha”, uma vez que permite-nos comunicar sem estarmos agarrados ao teleponto.

Em jeito de conclusão, deixou aos alunos duas afirmações: “Reinventem-se para o futuro” e “A única certeza para vocês é a incerteza”.

 

 

 

 

 

Por: Joana Silva

publicado por joanassilva78 às 23:22

 

     Álvaro Costa, o conhecido apresentador, abriu o ciclo de convidados da unidade curricular Jornalismo Especializado.

Nasceu em 1959, contando já com um currículo invejável. Iniciou a sua carreira na rádio em 1980, na RDP, passou ainda pela Rádio Comercial, Antena 1 e Rádio Nova, actualmente apresenta o programa sobre futebol regional”Liga dos Últimos” transmitido pela RTP e participa na rubrica “Bons rapazes” na Antena 3.

O comunicador, radicalista, apresentador de televisão e jornalista distingue-se pela sua boa-disposição e pelo seu imenso saber musical tendo sido um dos responsáveis pela divulgação do rock em Portugal.

 

Conduziu uma sessão, sobre uma retrospecção da comunicação na sociedade.

 

A sociedade encontra-se numa mudança constante, provocada pela instantaneidade da comunicação, o surgimento das redes sociais (Facebook, Twitter), são o exemplo na facilidade de partilha de informação e de comunicar, seja qual for a distância.

“Vivemos num mundo I am media”, refere o facto de a sociedade estar numa constante actualização e sobre informação  numa busca por mais tecnologias, o que não aconteceu na sociedade de outrora, dai afirma “ Só tenho saudades do futuro” sendo este um admirador da world wide web e das redes sociais. Deixou bem destacado a importância do comunicador ter de ser multifacetado, e ter a capacidade de integrar e agregar todos os elementos num discurso, estando atento ao meio que o rodeia.

Segundo, Álvaro Costa vivemos numa "Selva tecnologica" devendo o comunicador explorar esses novos caminhos. Desta forma ve o comunicador do futuro a viver desafios mais aliciantes e mais estimulantes.

Quando questionado sobre o destaque da rádio diz que esta é "nossa mãe", é uma informação mais natural que não se tem de estar preso a um teleponto.

"Reiventem-se para o futuro", foi com esta afirmação que Álvaro Costa, se despediu da sessão.

 

 

 

 

publicado por martasoares às 23:10

 

Álvaro Costa, um apresentador de televisão, um comentador e um radialista. Nasceu em 1959 e começou a trabalhar em rádio em 1980, na RDP. Uma paragem crucial pela BBC World Service, em Inglaterra. Actualmente, apresenta o programa “a liga dos últimos” na RTPN e é uma das vozes do programa de rádio “Bons Rapazes”, na Antena 3. Um vasto currículo em comunicação que faz dele, um dos melhores.

 

O comunicador deu início ao ciclo de convidados da unidade curricular, Jornalismo Especializado. Abriu a sessão com um contraste do panorama da sociedade de hoje e outrora na área da comunicação. A velocidade da comunicação e a explosão do Facebook são factores fulcrais para esta mudança contínua que a sociedade atravessa. Álvaro Costa explicou ainda que as redes sociais, nomeadamente o Facebook, são cada vez mais usadas para partilhar informação e para comunicar. Desta maneira, o comunicador de hoje tem que ser multifacetado na medida que tem que se integrar e ter a capacidade de incluir todos os elementos possíveis num discurso.

 

 

 

 

 

 

 

Por: Carina de Barros

 

publicado por crnbarros às 21:11

 

 

Lembro-me de crescer a ouvir a Antena 3. Lembro-me de alguém com a voz, palavra e ideia certa no momento certo. Esse alguém foi o primeiro convidado da Unidade Curricular Jornalismo Especializado - Álvaro Manuel Costa Sousa e Costa, mais conhecido apenas por Álvaro Costa.A comunicar desde o ano de 1984, altura em que começou na rádio, aquela que chama ‘’mãezinha’’ viu a sua vida proporcionar-lhe muitas e variadas experiências. Até hoje, Álvaro Costa não fez mil e umas coisas mas anda lá perto. Antena 1 (Álvaro.Com e Um Café e uma Torrada); Antena 3 (cobertura de festivais e Bons Rapazes); RTPN (Pontapé de Saída, Liga dos Últimos e Cinemax); Antena 3 Rock (ÁlvaroPólis) e Casa da Música (DJ nas sessões Clubbing) são algumas das actividades pelas quais deixou a sua marca.

‘’Só tenho saudades do futuro’’ refere quando se lembra no que consistiu o passado. ‘’Não havia telefones, telemóveis, faxes. Muito menos Youtube! A ‘’selva tecnológica’’ em que vivemos fá-lo pensar que não faltará muito para humanos programados. Chips, cabos, entradas e USB e sabe-se lá mais o quê serão implantados nos até então comuns mortais.

Rendeu-se ao poder da rede World Wide Web e actualmente é uma ferramenta indispensável no seu trabalho. Numa altura em que tríade televisão, rádio e impresa foi ''atacada'' pelos meios digitais é através deles que paralelamente com os programas interage com quem está do lado de lá.(O Facebook atingiu em 2011 os 400 milhões de utilizadores, em Portugal são cerca de um milhão).  Hoje, o comunicador não é só comunicador. Numa altura em que qualquer pessoa tem conta no Facebook ou Twitter, o comunicador pode ser amigo, inimigo e até ‘’psiquiatra’’. ‘’É necessário não ter medo do ridículo, de ter opiniões e manifestá-las’’ contudo, posteriormente, saber ouvir os receptores para o bem e para o mal. O contacto entre ambos é cada vez mais rápido, democratizado e informal. É a evolução tecnológica e o domínio das redes sociais nos órgãos de comunicação social.

A velocidade do tempo de comunicação é acelerada. Hoje, o tempo é de integração e agregação é o tempo do I Media. Integrarmo-nos no mundo tecnológico em que vivemos. Saber mais do que nunca, co-existir com os inúmeros meios e formas de comunicação digitais. Agregarmos os elementos existentes à nossa volta e utilizá-los em nosso proveito. O amanhã deixou de ser apenas o dia a seguir.

A actual estrutura social resulta do choque do nascimento de um mundo altamente tecnológico e do culto das redes sociais, como refere Álvaro, aconselhando a leitura do livro Is Internet Making us Stupid? de  Nicholas Carr.

Considera que hoje  o que nos rodeia não é real. É efémero, passageiro como um fenómeno de internet que deixa de o ser quando sai do mundo virtual/viral.

Assim sendo, o hoje não é o amanhã.

 

Por: Catarina Marinheiro

publicado por Catarina às 19:50

Álvaro Costa, apresentador de televisão, radialista, comunicador e cosmopolita, é um dos principais rostos da divulgação do rock n' roll em Portugal e é um símbolo da eficiência e vício da vida. Nasceu em 1959 e conta com um percurso de vida, no mínimo, invejável. A sua carreira começou na rádio, em 1980, na RDP, mas não ficou por aí. Conta com passagens pela Rádio Comercial, Antena 1 e Rádio Nova, deixando em cada uma destas rádios momentos incríveis e memoráveis, característicos da sua boa disposição e conhecimentos musicais. Actualmente, dá a cara no programa sobre futebol regional amador, "Liga dos Últimos", exibido na RTPN e, por sua vez, dá a voz na rubrica "Bons Rapazes", na Antena 3, juntamente com Miguel Quintão. O facto de ser um comunicador por excelência, um autodidata foram elementos fulcrais para a vinda de um convidado de tamanho calibre à aula de Jornalismo Especializado, na 1ª sessão.

 

 

 

 

Álvaro Costa começou a sua abordagem por referir que todos vivemos, cada vez mais, num mundo "i am media". Um mundo onde a integração/agregação nos domina, mais do que criar o conceito acima referido. Actualmente, em pleno século XXI, lidamos com o facto de se fazer notícia através das redes sociais (Facebook, Twitter), refere. O facebook é visto, para alguns como uma simples plataforma, mas, na verdade, é visto com um grande produto da tecnologia, que teve uma integração incrivel na sociedade digital. Citou igualmente Zuckerberg como sendo um génio contemporâneo. O fenómeno "transmedia storytelling", que se prende com o facto de contar algo novo através de múltiplas plataformas e formatos e o jornalista multi-plataformas, são conceitos contemporâneos e que, cada vez mais, tem que ser dominados pelos jornalistas do nosso tempo. A agregação, por sua vez, prende-se com a inclusão de elementos digitais no jornalismo tradicional. Isto, consecutivamente, leva a que a velocidade nos meios de comunicação seja tão rápida, que tudo se torna, efectivamente perene. A explosão dos dos media é, como todos sabemos, crescente e cada vez mais contribui para a mudança de mentalidades, paradigmas e formas de pensar. Em jeito de finalização, deixou o mote : "Viver num mundo em constante mudança será um desafio? e ainda "... a única certeza das nossas vidas é a incerteza". Para os amantes de rádio, afirmou que, na verdade, a rádio é a "nossa" mãe. Assim encerrou a primeira sessão de convidados do mundo dos media.

 

 

Por : José Miguel

publicado por miguelgarcia88 às 14:58

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